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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

BR-6 : HERE TO STAY - GERSHWIN & JOBIM


GERSHWIN JOBIM
BR-6
A trajetória do BR6 se confunde com muitas histórias de grupos vocais brasileiros: amigos cantores que conhecem outros
cantores e se juntam para fazer música vocal. Na contramão de tantos outros que fazem-na com voz e violão, o grupo - 6 músicos e arranjadores com formação musical elaborada - foi buscar a forma mais difícil de fazer música vocal: sem nenhum instrumento.
Influenciados pela história de várias gerações de grupos vocais brasileiros e pelo primeiro disco do grupo Take 6, no início
dos anos 90 - gravação que mudou o rumo da música vocal internacional - Crismarie Hackenberg (mezzo), Deco Fiori (tenor),
Marcelo Caldi (tenor), Augusto Ordine (barítono), Simô (baixo) e Naife Simões (Percussão Vocal) saem em busca de dois sonhos: fomentar a criação de um mercado para a música a cappella brasileira e reverenciar a música vocal nacional com seu talento e criatividade. Nesse caminho, o BR6 se soma ao esforço de muitos grupos, porém se destaca como pioneiro na arte de fazer música sem instrumentos, abrindo estradas para novas gerações, que certamente virão.
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BR6 is a sextet, featuring 5 male voices and one alto, who espouse as their influences Take 6, as well as several generations
of Brazilian groups (Anjos do Inferno, Os Cariocas and Boca Livre among them). Complex arrangements, written by BR6 themselves, highlight the beautiful timbre of their voices. Many of the songs on the CD, such "O Morro não tem Vez", "Eu sei que vou te amar" and "Wave" are well known, as they were written by Tom Jobim and recorded by João Gilberto , becoming international hits. BR6 was nominated for Artist of the Year in the 2004 CARA Awards.
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ALBUM COMMENTS
We raved over five-man, one woman BR6's debut recording, "Rio A Cappella," and have been eagerly waiting for their second.
First let us praise the marvelous, Beatles-flavored graphics and photos in the liner notes, some of the best we've ever seen, and a perfect complement to the smooth, latin sound the group applies to one of our all-time favorite tunes, George Gershwin's "Rhapsody in Blue," medleyed with Tom Jobim's "Waters of March." Continuing with a cool "Jazz 'n' Samba," mellow and sweet "Someone to Watch Over Me," jazzy "Water to Drink," and sassy, sexy "They Can't Take That Away From Me" this is all pure enjoyment. Try to imagine faux, feline-sounding horns on "Girl from Ipanema," a surprising, bluenote faux trumpet solo on "Fascinating Rhythm," faux muted trumpets on a meandering "Forever Green," "They All Laughed," "Song of the Jet," "Love is Here to Stay"…this is all mellow, fun, jazzy, salsa-flavored stuff to be savored like musical fish tacos and
margaritas on a perfect beach with the one you love!
(Comments by Singers a Capella)
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Proving that breaking the mold in modern a cappella needn't require a group to cloak their voices under layers of computer-generated effects and vocal percussion, Brazilian sextet BR6 has produced an absolute masterpiece of a cappella with Here To Stay, the group's homage to the music of George and Ira Gershwin and Tom Jobim. As revolutionary as the album's sound is, the greatness of Here To Stay is grounded in the principle that great arranging, great singing, and great production will make a great album. BR6 shies away from nothing on this album, tackling guitar and trumpet solos with prowess, even closing their album with the brilliant and "instrumental" Pato Preto. The arrangements no doubt rank among the best in a cappella today. Syllable choice is daring (think lots of "-ow", "-aw", and "-ng" sounds deftly mixed with the traditional "-oohs" "-ahs", and "-ims") and creates a remarkably full sound despite frequently utilizing the same rhythm over multiple voice parts and four male voices, compared to the lone mezzo-soprano of Crismarie Hackenberg. No arrangement is the same beginning to end: the bare last verse and chorus of They Can't Take That Away From Me gives that (relatively) weak song some much-needed life. Perhaps the disc's crowning achievement is Marcelo Caldi's arrangement of Waters of March/Rhapsody in Blue, which is nearly as enchanting and mystifying as Jobim's lyrics. It makes for an outstanding opening track. The final two tracks are equally as impressive, as are The Girl From Ipanema and Fascinating Rhythm. Even Song Of The Jet, the weakest track, has a nice groove.
BR6 blends excellently are practically pitch-perfect the entire album, and the album's polish extends from Cylan Delgado's
mixing and John Vestman's mastering to the album art and liner notes (complete with lyrics). The design scheme and use of
color on the cover art is reminiscent of the lastest Beatles' release, Love, and makes a fabulous first impression on the listener. In fact, the only unpolished part of the whole album (musically or otherwise) might be the opening bars of They All Laughed, during which the vocal percussion sounds a little organic and hollow. And while the soloists aren't extraordinary, they don't need to be. The solo is just one small part of a much larger listening experience on Here To Stay. They can certainly sing, though. When a song calls for groove, the soloist grooves; when it calls for a restrained, understated performance, BR6 delivers. The musicianship is of the highest quality on Here To Stay, which, combined with the excellent source material, the group's contagious energy, and the stellar production, make this album an absolute must-have.
(Comments from RARB forum)
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MINHA OPINIÃO : Pronto: provoquei uma saia justa, ao postar ontem o GLAD A CAPELLA - GERSHWIN e hoje este BR-6 HERE TO STAY - GERSHWIN E JOBIM. Eu pretendia ficar em cima do muro, naquela de que não quero que o veado morra nem que a onça passe fome.
Mas no caso presente, é inevitável a manifestação clara da minha (discutível) opinião; no quesito Jobim, o BR-6 está na sua praia e brilha como sempre, mas, como diz o povo, "cada um no seu cada qual"...No quesito Gershwin, até por razões históricas e por uma questão genética, não dá prá comparar a performance mais-que-perfeita do GLAD com a boa qualidade dos arranjos e da performance do BR-6. O disco como um todo é ótimo, mas a meu ver inferior ao primeiro do BR-6, mais homogêneo, só cantando música brasileira. Quando foi jogar no "stadium" do adversário o nosso BR-6 foi derrotado por um escore apertado pelo time acostumado com o campo. Deu a lógica: "passarim que come pedra sabe..." Agora: a insuperável qualidade do BR-6 em nada sai arranhada nem diminuída e continua intocável e irrepreensível. Apenas não dá prá ser mais-que-perfeito sempre, principalmente quando do outro lado existe um Gene Puerling cuidando de parte dos arranjos. Experimentem inverter o quadro e colocar o GLAD pra cantar Jobim que, certamente, o BR-6 talvez dê uma goleada. Prá fechar: HERE TO STAY é um senhor álbum, imprescindível em qualquer coleção de bom gosto, na mesma prateleira do GLAD A CAPELA GERSHWIN.
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BR-6: HERE TO STAY - Gershwin & Jobim
Musical Production: BR6 and Cylan Delgado
Recorded and Mixed by Cylan Delgado, RioAcappella Studio, Rio de Janeiro.
Separation Mastering by John Vestman, Vestman Mastering, Los Angeles.
Executive Production: RioAcappella
Graphic Project by Be! Interactive
Photos by Márian Starosta
Recorded between September, 2006 and January,2007
Mixed in February 2007


BR6:
Augusto Ordine
Crimarie Hackenberg
Deco Fiori
Marcelo Caldi
Naife Simões
Simô.


Song / Composer / Arranger / Time

1 - Waters of March/Raphsody in Blue
Tom Jobim and George Gershwin / Marcelo Caldi / 4m 45s
2 - Jazz `n` Samba
Tom Jobim, Vinicius de Moraes and Norman Gimbel / Augusto Ordine / 2m 39s
3 - Someone to Watch Over Me
George Gershwin and Ira Gershwin / Deco Fiori / 3m 51s
4 - Water to Drink
Tom Jobim and Vinicius de Moraes / Simô / 2m 58s
5 - They Can´t Take That Away From Me
George Gershwin and Ira Gershwin / Augusto Ordine / 3m 28s
6 - The Girl From Ipanema
Tom Jobim, Vinicius de Moraes and Norman Gimbel / Deco Fiori / 3m 27s
7 - Fascinating Rhythm
George Gershwin and Ira Gershwin / Marcelo Caldi / 2m 23s
8 - Forever Green
Tom Jobim and Paulo Jobim / Marcelo Caldi / 3m 09s
9 - They All Laughed
George Gershwin and Ira Gershwin / Crismarie Hackenberg / 2m 18s
10 - Song of The Jet
Tom Jobim and Gene Lees / Simô / 3m 38s
11 - Love is Here to Stay
George Gershwin and Ira Gershwin / Crismarie Hackenberg / 4m 14s
12 - Pato Preto
Tom Jobim / Augusto Ordine / 4m 22s



DOWNLOAD : AQUI

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

BR-6 : MÚSICA POPULAR BRASILEIRA À CAPELLA


BR-6
Em meus recentes comentários tenho enfatizado duas coisas: 1) a influência positiva do Take Six sobre os conjuntos vocais pelo mundo afora; 2) a extraordinária qualidade dos novos conjuntos vocais brasileiros que vêm se aprimorando numa progressão
geométrica, em termos de conhecimento, de técnica e de criatividade.
Durante muitos anos a fÓrmula padrão de quartetos vocais cantando "close harmony" foi seguida no Brasil e no mundo - e
desse período podemos nos orgulhar dos eternos CARIOCAS, dos emblemáticos MPB-4 e QUARTETO EM CY, do BOCA LIVRE e de tantos outros que ficaram na lembrança: O QUARTETO, O GRUPO, QUARTETO 004, MOMENTO 4, QUARTETO FORMA, etc.
Mas o fato é que os novos rumos da arte de vocalizar trouxeram à luz uma grande quantidade de novos conjuntos que deixaram de lado a förmula convencional de vocalizações em blocos verticais (close harmony), partindo para a harmonização linear, privilegiando a horizontalidade das vozes - cujo pioneiro no Brasil - em 1979 -foi o Boca Livre, liderado pelo grande MAURICIO MAESTRO.
A evolução para quintetos e sextetos foi uma contingência natural da influência do Take Six, devidamente adaptada ao modelo brasileiro.
Na "nova geração" dos conjuntos vocais brasileiros que, aos poucos iremos postando ao lado dos antigos, um dos grandes
destaques é este fantástico BR-6, do qual ainda conheço muito pouco, mas a audição do álbum postado já foi suficiente para
avaliar o altíssimo nível deste grupo composto por talentosos e capacitados vocalistas e arranjadores.
Não faria sentido que, sabendo tão pouco do BR-6, eu mesmo redigisse a apresentação do grupo.
Por isso, com todas as "venias" e o sincero agradecimento aos autores dos textos abaixo transcritos, mantenho integralmente
as informações que obtive no site do BR-6 e em comentários colhidos na NET sobre seus discos e apresentações.
Acho que esta é a melhor forma de demonstrar o meu respeito pelo seu trabalho.

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BR-6
A trajetória do BR6 se confunde com muitas histórias de grupos vocais brasileiros: amigos cantores que conhecem outros
cantores e se juntam para fazer música vocal. Na contramão de tantos outros que fazem-na com voz e violão, o grupo - 6 músicos e arranjadores com formação musical elaborada - foi buscar a forma mais difícil de fazer música vocal: sem nenhum instrumento.
Influenciados pela história de várias gerações de grupos vocais brasileiros e pelo primeiro disco do grupo Take 6, no início
dos anos 90 - gravação que mudou o rumo da música vocal internacional - Crismarie Hackenberg (mezzo), Deco Fiori (tenor),
Marcelo Caldi (tenor), Augusto Ordine (barítono), Simô (baixo) e Naife Simões (Percussão Vocal) saem em busca de dois sonhos: fomentar a criação de um mercado para a música a cappella brasileira e reverenciar a música vocal nacional com seu talento e criatividade. Nesse caminho, o BR6 se soma ao esforço de muitos grupos, porém se destaca como pioneiro na arte de fazer música sem instrumentos, abrindo estradas para novas gerações, que certamente virão.

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BR6
BR-6 is a sextet, featuring 5 male voices and one alto, who espouse as their influences Take 6, as well as several generations of Brazilian groups (Anjos do Inferno, Os Cariocas and Boca Livre among them). Complex arrangements, written by BR-6 themselves, highlight the beautiful timbre of their voices. Many of the songs on the CD, such "O Morro não tem Vez", "Eu sei que vou te amar" and "Wave" are well known, as they were written by Tom Jobim and recorded by João Gilberto, becoming international hits. BR-6 was nominated for Artist of the Year in the 2004 CARA Awards.
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(*) Houve mudanças entre os componentes do BR-6 e no disco postado apenas a metade dos fundadores está presente - aqueles
cujo "curriculum vitae" faço questão de transcrever, para demonstrar a sua alta qualificação profissional.

CRISMARIE HACKENBERG (mezzo-soprano)
Regente, arranjadora, professora de piano e canto e preparadora vocal. Formada em Educação Artística com habilitação em música pelo Conservatório Brasileiro de Música, atua como regente, cantora, arranjadora e professora de piano e de canto. Fundadora da RioAcappella, ocupa o cargo de Brazil Ambassador na organização mundial de música a cappella CASA (The Contemporary A Cappella Society). Atuou como prepadora vocal dos atores/cantores nas peças Plunct Plact Zoom, A Arca de Noé e Vem Buscar-me que Ainda Sou Teu. Como cantora, gravou jingles comerciais da Coca-Cola e foi backing vocal no CD Estação da Luz do ex-mutante Sérgio Dias.
Atualmente, é regente de dois corais: Coral ESSO e Coral da CBTU.

DECO FIORI (tenor)
Diretor de gravação, arranjador, professor de canto e preparador vocal. Formado em Educação Artística - Licenciatura Plena com Habilitação em Música pela UNI Rio, é diretor musical da Double
Sound Estúdios e Produções, onde participa, dirigindo ou cantando, da dublagem de filmes e desenhos animados, como O Rei Leão, Aladin, Shrek, entre outros. Integrou o Grupo Vocal Vox4 que foi indicado ao Prêmio Sharp de Melhor Grupo da MPB, em 1997. Participou do Coral do Rio, foi vocalista da Rio Jazz Orchestra, do conjunto de câmara Brasil Barroco e preparador vocal do Grupo Equale. É professor de canto popular e fez parte do corpo docente nas escolas Canto & Cia, Rio Música e CIGAM. No teatro, participou de diversas produções, destacando-se a Sinfonieta Braguinha, Bagunça!!! Ópera Baby e o musical Um Escurinho Brasileiro. Atuou como vocalista em CDs de vários artistas da MPB, como Emílio Santiago, Cidade
Negra, Carlos Lyra, Daniela Mercury, Pery Ribeiro, Moraes Moreira, Erasmo Carlos, entre outros.

SIMÔ (baixo)
Cantor, violonista, arranjador e professor de violão. Estudou: Habilitação em Música na Universidade do Rio de Janeiro - UNI Rio;
Harmonia com Adamo Prince e Ian Guest; Violão com Sérgio Assad, Almir Chediak, Carlos Sandroni, Fabio Nim; Guitarra com Lulu Santos, Romulo Thompson; Canto com Nilze Miriam, Kaleba Villela, Felipe Abreu, Angela Hertz, Nadia Daltro; Arranjo com Celia Vaz; e Percepção com Bia Paes Leme. Com o grupo Vox 4, gravou um CD que foi indicado para o Prêmio Sharp de Música, categoria "MPB/Melhor Grupo". Participou em CDs de Toquinho, Emilio Santiago, Joana, Carlos Lyra, Moraes Moreira, Gilson Peranzzetta etc.. Fez parte dos grupos Maite-tchu, Brasil Barroco, Canto em Canto e Coral do Rio.
Atualmente, trabalha no Coral da FIRJAN, faz gravação de "jingles", em dublagens musicais de filmes e desenhos animados e é professor de violão.

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ÁLBUM: COMENTÁRIOS;

Há tempos que um grupo vocal brasileiro não recebe tantos elogios na imprensa musical. Talvez a longa tradição de ótimos grupos como Os Cariocas, Demônios da Garoa, Trio Esperança, Quarteto em Cy, MPB-4, Boca Livre e Arranco, entre tantos outros, torne muito difícil para um novo grupo de ser percebido. Este certamente não é o caso do BR6, um sexteto formado por Crismarie Hackenberg (mezzo), Deco Fiori (tenor), André Protasio (barítono), Eduardo Braga (barítono),
Simô (baixo) e Marcelo Manes (percussão vocal). Com influências de grupos brasileiros assim como também de outros, tais como o Take 6, BR6 lançou o seu primeiro trabalho com ótima crítica no Brasil e no resto do mundo. O álbum Música Popular Brasileira A Cappella foi lançado no Brasil, Japão, Estados Unidos e Espanha. O reconhecimento crítico foi quase que instantâneo. Até mesmo a prestigiosa Contemporary A Cappella Society of America (Sociedade Americana A Cappella Contemporânea) não poupou palavras de elogio ao grupo. Eles até mesmo foram indicados para o prêmio CARA 2005 (The Contemporary A Cappella Recording Awards) em duas categorias e levaram ambos os prêmios: Melhor Disco Folk/World e Melhor Canção Folk/World (esta para o arranjo do clássico de Cartola "Disfarça e Chora"). O prêmio foi agraciado agora no dia 2 de abril de 2005.

Gravado inteiramente sem nenhum outro instrumento a não ser suas vozes, Música Popular Brasileira A Cappella foi produzido pelo BR6 e totalmente com arranjos próprios do grupo. O repertório cuidadosamente escolhido mostrou arranjos novos que brilharam da primeira até a última faixa. A primeira faixa do CD define em suma a idéia central do álbum. "Batida Diferente" traz de fato uma batida nova que se repetirá nas demais interpretações até mesmo quando o sexteto canta canções conhecidas. Uma nova geração que talvez desconheça clássicos brasileiros e talvez nunca tenha ouvido "Eu Sei Que Vou Te Amar" vai até pensar que esta se trata de uma nova música. Eu simplesmente adorei o arranjo o modo arrojado de cantar este clássico. O ritmo é fantástico e os efeitos vocais criados por André e Eduardo são estonteantes. Em seguida, estes dois
membros trocam outros solos no arranjo rápido de "Linha de Passe". Ao se ouvir a belíssima versão para "Preciso Aprender a Ser Só", você ouvirá a qualidade impressionante do BR6. O arranjo para esta faixa é impressionante ao nível do que o Manhattan Transfer fez para "A Nightingale Sang in Berkeley Square". A harmonização e entrosamento vocal são fascinantes - e não esqueçamos do solo que Crismarie esbanja nesta faixa. A sua voz é de uma suavidade cativante. Ela mesma retorna na canção vencedora do prêmio CARA 2005 em "Disfarça e Chora". Desta vez, o baixo de Simô adiciona
outra dimensão a este arranjo majestoso. O disco teve reconhecimento internacional imediato através dos lançamentos também no Japão, Espanha, Argentina e EUA, e foi considerado pelos americanos o melhor disco a cappella já lançado na América do Sul. O CD teve o seu lançamento nos EUA pelo selo Primarily A Cappella -campeão de vendas do segmento -, que o classificou como vocal jazz,
e foi o grande vencedor do prêmio CARAs 2005 (The Contemporary A Cappella Recording Awards), concedido pela organização mundial de música a cappella CASA (Contemporary A Cappella Society). O disco foi premiado como o melhor disco do ano na categoria Folk/World Album e com a melhor música do ano Disfarça e Chora (Cartola e Dalmo Castello), na categoria Folk/World Song.
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ALBUM - COMMENTS
Freshly signed to the Primarily A Cappella label, Brazil's 5-man, 1 woman a cappella Jazz/Salsa sextet impresses from the first few notes of the opening cut. "Batida Diferente" has a mellow, sensual infectious Samba rhythm, "Eu Sei Que Vou Te Amar" builds a smoky lead and "trumpet" solo on a solid, tasty vocal percussion base, "Linha de Passe" is a surprising, fast-moving, scattish Salsa romp. "Preciso aprender a Ser So" is slow and romantic with harmonies to die for, "Flora" and the lighthearted "Upa Neguinho" are blue note jazz with a walking bass, as is "Falso Milagre do Amor." "Disfarca e Chora" is stunningly arranged rainy day jazz, the laid-back, effortless harmonies of "Wave," "O Morro Neo Tem Vez" and "O Barquinho" bubble above a minor-key base. The final cut, "Diz Que Fui Por Ai" is a finger-snapping, "trumpet" soloing delight. The beautiful colorful liner notes contain the lyrics and some marvelous pictures of the group. Like the group's growing contingent of Brazilian fans, we fell in love with this group at first listen - we bet you will too. BR6 is fresh, hot and spicy from Brazil, on PAC Records!
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MINHA OPINIÃO : Eu, malandramente, abono, endosso, avalizo, assino em baixo e coloco impressão digital em tudo o que foi escrito aí em cima. (Vou acrescentar o que mais? )

(*) JÁ ESTOU ANSIOSO PARA OUVIR O OUTRO ALBUM DO GRUPO, "HERE TO STAY" COM MUSICAS DE GERSHWIN E TOM JOBIM ! .... WOOOOWWW.......!
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BR6 - MÚSICA POPULAR BRASILEIRA À CAPELLA
Label: BISCOITO FINO
Direção artística - Olivia Hime
Gravado entre março e dezembro de 2003, exceto faixas 2 e 4, em fevereiro de 2002.
Mixado entre outubro e dezembro de 2003.


BR6
André Protasio
Crismarie Hackenberg
Deco Fiori
Eduardo Braga
Marcelo Manes
Simô.

Arranjadores identificados em cada uma das faixas.

TRACKS / FAIXAS:

Música / Autor/ Arranjo / Duração
1 - Batida Diferente
Maurício Einhorn e Durval Ferreira / Simô / 3m 27s
2 - Eu Sei Que Vou Te Amar
Tom Jobim e Vinicius de Moraes / Deco Fiori / 3m 19s
3 - Linha de Passe
João Bosco, Paulo Emílio e Aldir Blanc / André Protasio / 3m 11s
4 - Preciso Aprender a Ser Só
Marcos e Paulo Sérgio Valle / André Protasio / 2m 35s
5 - Flora
Gilberto Gil / Deco Fiori / 4m 53s
6 - Upa Neguinho
Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri / André Protasio / 3m 25s
7 - Falso Milagre do Amor
Ed Motta e Ronaldo Bastos / Deco Fiori 3m 51s
8 - Disfarça e Chora
Cartola / Deco Fiori / 3m 03s
9 - Wave
Tom Jobim / Simô 3m 44s
10 - O Morro não Tem Vez
Tom Jobim e Vinicius de Moraes / André Protasio / 3m 15s
11 - O Barquinho
Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli / Crismarie Hackenberg / 2m 37s
12 - Diz Que Fui Por Aí
Zé Kéti / Eduardo Braga / 3m 33s

DOWNLOAD: AQUI